17 de set. de 2015

[Resenha] Devoção - J. C. Reed



Devoção é o primeiro romance de uma trilogia escrita por J. C. Reed e, pela capa, já dá para notarmos o nível de erotismo. O livro conta a história de Brooke Stewart, uma jovem  de 23 anos, corretora de imóveis, recém formada, que recebe uma proposta irrecusável de trabalho em uma empresa. Decidida a crescer na carreira Brooke embarca em seu novo trabalho, mas se vê envolvida por seu novo chefe Jett Mayfield. 

Antes que pudesse perceber Brooke já estava atraída por Jett sem ao menos saber que aquele belo par de olhos verdes com os quais havia encontrado na boate era nada mais, nada menos que um dos maiores milionários dos Estados Unidos e dono da Mayfield Realties. E tudo se torna ainda mais interessante quando, depois de uma noite de bebedeira, acorda com ele ao seu lado em sua cama.



“Por alguns segundos, fiquei só olhando para ele enquanto meu abdome se torcia em quinhentos nós e minha pulsação acelerava. O cara era um tesão e, a julgar por seu sorriso perverso, definitivamente não era o tipo de homem que você pode levar para casa para conhecer seus pais.” (p. 9)

Jett não é o tipo de homem com qual uma mulher que espera romantismo queira se envolver, mas, certamente, aquela que estiver interessada em boas noites de sexo e muito erotismo sem compromisso, formaria um belo par com ele. Mas agora ele tinha um foco chamado Brooke e seus interesses começavam a ir além do planejado.

Após deixar o seu trabalho e aceitar a proposta de Mayfield, Brooke vai direto para Itália, pois seu chefe alega precisar dela com urgência em um negócio, entretanto ao pisar lá viu seu mundo virar de ponta a cabeça e sua tentativa de se manter afastada, daquele 1,80m de músculos e cabelo sedutoramente desgrenhado, foi por água abaixo. O cara que acordara ao lado na sua cama e com o qual tinha cruzado no bar era seu novo chefe, o que fez todo seu conselho a sua amiga Sylvie, sobre não dormir com o chefe, também ir por água abaixo.

Os dois então embarcam num romance caloroso após Jett deixar bem claro a sua atração por Brooke, que já estava rendida, e passarem alguns dias sozinhos em sua casa do lago. Mas Mayfield a surpreende ao entregar-lhe um contrato sobre manterem o romance em sigilo e não exigir nada a mais. Diante disso Brooke toma a decisão de aceitar e permanecer sendo mais que sua assistente.

“Pelos dias seguintes, Jett e eu estabelecemos uma rotina: passamos a maior parte do tempo dentro de casa, fazendo sexo em todos os lugares possíveis. Todas as tardes, a gente retornava ao trabalho sem muito entusiasmo, mas eu gostava de me afastar dele.” (p.204)

O mais interessante do livro é que existe um mistério por trás da vida de ambos. Brooke esconde algo que a amedronta e a faz ter pesadelos nos quais sempre implora “Por favor, não me machuque” o que deixa Jett bastante comovido. Já Jett, que está focado em conseguir que um velho Lucazzone, que está a beira da morte, venda a sua casa do lago, esconde seus “reais?” interesses por Brooke além do sexual.

O final do primeiro livro tem aquele bom gostinho de quero mais quando descobrimos que Brooke herdada a casa que pertencia a Lucazzone, que protagonizou um grande mistério que resultou em um corpo achado enterrado próximo a casa, até agora não revelado, e se vê em dúvida sobre a veracidade do que viveu ao lado de Jett.

Outros personagens que agregam boas cenas ao livro são sua amiga Sylvie, uma enfermeira que se envolve com alguns homens o que incluí seu chefe casado, com quem divide o quarto e James, seu com quem esteve envolvida nos últimos meses, mas termina com ele antes de sua viagem para Itália.

Não achar esse livro uma boa leitura para quem gosta de um bom erotismo que envolva trabalho, seria uma deslealdade minha a literatura hot. Os personagens são bem abordados em suas cenas juntas. O romance inicia com um toque cômico. Mas o que realmente atrai é o mistério que envolve ambos e a mansão Lucazzone. Porém senti falta de mais detalhes sobre a vida de Jett, mas talvez seja algo que não possa julgar, pois a história continua no segundo livro.

A parte técnica foi bem executada e o que me chamou atenção foi o lindo sumário, que os últimos livros que li não possuíam. A tradução foi bem feita em diálogos agradáveis.

Publicado em: 2014.
Autor (a): J. C. Reed.
Editora: Gente/Única.
Páginas: 286
Sequência: Conquista, Entrega.




Sobre Colin Bridgerton ||





A última vez que falei dele tinha certa insegurança em não amá-lo, e me perguntava: Porque dizem ser o melhor entre os irmãos Bridgertons? Mas agora, agora entendo o porquê, pois me vi completamente apaixonada por ele. Realmente seus segredos, sua intimidade me fizeram enxergar que ele simplesmente não é apenas o Bridgerton do "sorriso maroto", ele é o mais amável e apaixonante desses irmãos. Meu coração foi conquistado aos poucos por ele, por suas palavras e gestos carinhosos. E como tudo pode melhorar seu talento  é o mesmo que o meu. Sua vontade de conhecer o mundo, sua fome infinita, sua vontade de fugir dar pessoas. Podia jurar que fora feito para alguém como eu. 


Mas na verdade ele foi, pois nunca encontrei alguém tão parecida comigo quanto Penélope Featherington, seja no seu talento, pensamentos, comportamento e até a afeição por finais felizes. Os segredos de Colin Bridgerton foi pra mim um dos melhores romances dessa série e simplesmente o romance mais intenso no que resume a intimidade do casal. Nunca me identifiquei tanto com uma história. Fico com a lembrança de uma história maravilhosa e deixo esses trechos para vocês: "Quero que você se sente - murmurou ele -, para que eu possa vê-los cheios, grandes e lindos. E depois quero ficar atrás de você e segurá-los. - Aproximou os lábios do ouvido dela e acrescentou: - E quero fazer isso na frente de um espelho." "Eu sei. - Ela chegou para a frente e lhe deu um beijo impulsivo no rosto. - Você é o homem imperfeito do meu coração, e isso é até melhor." Ah, continuo imaginando seus olhos azuis.




6 de set. de 2015

Hashtag: Paris

O nosso primeiro Hashtag traz nada mais, nada menos do que Paris. <3 aww



Todos que me conhecem sabem do meu amor, atualmente, platônico por essa cidade linda da França. Logo nada melhor que reunir as minhas duas paixões em uma só. Então, selecionei quatro livros em que a história se passa na cidade do amor.


# Anna e o beijo francês

De cara quando falamos de livros em que a história se passe em Paris, Anna e o beijo francês é um dos mais conhecidos e adorado. Um romance leve, mas traz coisas incríveis sobre essa cidade.

Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgett, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto - que tem namorada. Ele e Anna se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

 # Aconteceu em Paris

Esse é um livro maravilhoso que já foi resenhado por mim aqui no blog. Vê lá 

Evie Dexter quer fazer carreira como guia de turismo. Determinada como é, e cheia de coragem por causa de um ou outro drink, ela logo começa a “melhorar” seu currículo. E consegue um ótimo emprego: acompanhar turistas por toda Paris.Agora é só uma questão de se firmar como profissional demonstrando o seu melhor. Mas os vinhos franceses são tão gostosos... E seu tutor, Rob, é bonito demais! O primeiro romance de Molly Hopkins é um livro que todo mundo gostaria de ler. É verdade que você pode se incomodar com o comportamento de Evie quando ela descobre que Rob é muito rico, e pode até ser que você ache que Rob é exageradamente controlador. Mas nada é maior que as gargalhadas que você dará quanto mais conhecer a garota descomedida, apaixonada e com um imenso coração que é Evie. Uma moça como muitas que conhecemos.
 
# Melhor que chocolate

Se você é uma viciada em chocolate prepare-se para amar, se não prepare para viciar nessa leitura. Ainda não li, mas faz parte da lista.

Que atire a primeira pedra quem não gostaria de ter essas três coisas misturadas em meio a uma aventura inesquecível. Pois é mais fácil do que parece, basta abrir este delicioso (sem exageros) romance de Laura Florand. Cade Corey é uma jovem executiva que cuida do negócio bilionário de chocolate da família, uma empresa popular nos Estados Unidos. Ela sonha em construir uma linha premium de seus produtos, e, como boa conhecedora do seu negócio, sabe que encontrará o chocolate perfeito em Paris. Na verdade, o chocolate perfeito está, mais especificamente, nas mãos igualmente perfeitas de Sylvain Marquis, o melhor chocolatier da cidade. O problema é que Sylvain se recusa a associar sua arte a uma grande empresa que só pensa em destruir sua técnica para reproduzi-la em grande escala. Isso para ele é um insulto, e não uma proposta! Contudo, embora o francês jure que está em paz para tocar a vida, aquela americana teimosa não lhe sai da cabeça. E Cade sente o mesmo: adoraria simplesmente fechar negócio com outro especialista parisiense, entretanto, não consegue esquecer os olhos cortantes de Sylvain e sua personalidade arrogante, porém tão viciante quanto seus doces. Paris está prestes a ficar pequena para o que existe entre eles. Pegue uma boa xícara de café e saboreie tudo aquilo que é melhor que chocolate. Você não vai se arrepender!


# Minha doce Paris

Outro livro que ainda não li, mas adoraria.Quem gosta de doces é uma leitura imperdível.


Sempre obcecada por tudo que vinha da França, Amy Thomas conseguiu uma boquinha tão gostosa quanto o mais puro chocolate amargo: mudar-se de Manhattan para Paris e redigir anúncios publicitários para a Louis Vuitton. Trabalhando na Champs-Élysées, passeando por ruas charmosas e explorando as melhores confeitarias e padarias parisienses, Amy ficou maravilhada com a grandiosidade da Cidade Luz. Mas apaixonar-se por uma cidade significa virar as costas para a outra? Por mais que Amy amasse Paris, uma parte dela se sentia como uma gotinha de chocolate em um mar de tradicionais macarons. Minha Doce Paris mostra como a busca pela felicidade pode ser tão efêmera como o crescimento de um suflê de caramelo salgado e tão intensamente prazerosa quanto um bolo de chocolate derretido, e como a vida que deveríamos viver nem sempre tem o sabor que imaginávamos.